Por que algumas enzimas de processamento de nitrogênio são mais eficientes que outras
O gás nitrogênio é abundante na atmosfera da Terra, mas a maioria dos organismos vivos não consegue utilizá-lo prontamente.
Pontos-chave
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- Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
O gás nitrogênio é abundante na atmosfera da Terra, mas a maioria dos organismos vivos não consegue utilizá-lo prontamente. Apenas um subconjunto de micróbios com enzimas conhecidas como nitrogenases pode separar o gás nitrogênio e convertê-lo em amônia.
As nitrogenases contendo o metal molibdênio são as mais eficientes, e dois novos estudos do MIT oferecem uma explicação para o porquê. Antes de os micróbios desenvolverem a capacidade de fixar azoto, há cerca de 3 mil milhões de anos, a forte ligação tripla entre os átomos de N2 só podia ser quebrada por eventos de alta energia, como a queda de raios.
Em todos os casos, acredita-se que o ferro interaja com o N 2, por isso é um pouco misterioso", diz Suess. Com vanádio, cromo ou ferro, que são menores, os cofatores não se ligaram ao N 2 e realizaram outras reações.
Descubra o que há de mais recente em ciência, tecnologia e espaço com mais de 100.000 assinantes que confiam no Phys. org para obter insights diários. Tal como o N 2, são resistentes à aceitação de electrões de outra molécula, um passo essencial na quebra de ligações químicas.
As descobertas poderão ajudar a orientar os cientistas que trabalham na concepção de enzimas que possam ser introduzidas nos organismos para os ajudar a gerar o seu próprio NH 3, eliminando ou reduzindo a necessidade de fertilizantes.
Fonte original: Phys. org Chemistry