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Mário Murakami: Roer o osso para quebrar a celulose
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Mário Murakami: Roer o osso para quebrar a celulose

Diretor no CNPEM e vencedor do Prêmio FCW 2026 vê na biodiversidade a base de novas biorrefinarias

Fonte original citada e enquadrada editorialmente pelo Cosmos Week. Pesquisa FAPESP Online
Assinatura editorialRedação do Cosmos Week
Publicado15 out 2026 11h57
Atualizado2026-10-15
Tipo de coberturaJornalismo científico
Nível de evidênciaCobertura jornalística
Leitura4 min de leitura

Pontos-chave

  • Em foco: Diretor no CNPEM e vencedor do Prêmio FCW 2026 vê na biodiversidade a base de novas biorrefinarias
  • Detalhe: Cobertura jornalística: verificar documentação técnica primária
  • Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
Texto completo

Diretor no CNPEM e vencedor do Prêmio FCW 2026 vê na biodiversidade a base de novas biorrefinarias. Mário Tyago Murakami, 45, é especialista em bioquímica e biologia estrutural de enzimas e biotecnologia industrial.

Livre-docência pela Unicamp (2013) Aos 45 anos, Murakami dirige o Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR), do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), onde chegou em 2008, trocando a perspectiva de um posto estável na Universidade. Diretor no CNPEM e vencedor do Prêmio FCW 2026 vê na biodiversidade a base de novas biorrefinarias Mário Tyago Murakami usa uma expressão curiosa para falar de si e de quem trabalha com ele: roedor de osso.

Isso sem falar na sequência de papers em periódicos de prestígio, entre eles Nature, Science, Journal of Biological Chemistry e Nature Communications. Murakami é ainda o vencedor do Prêmio FCW de Ciência de 2026, da Fundação Conrado Wessel, no valor de R$ 500 mil, cujo tema neste ano foi a transição energética.

Era um relógio: escola das 7h15 às 12h30, almoço, reforço à tarde até as 18h, em casa lia um pouco do Estadão, que meu padrasto assinava, e ia dormir. Tive um professor de física 2 muito interessante.

Eu tinha 18 anos e precisava da bolsa de iniciação científica para viver. Eu tinha 26 anos quando abriu uma vaga aqui no CNPEM.

Ainda era a ABTLuS [Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron, organização que geria o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e depois passou a se chamar CNPEM], não existia o laboratório que eu dirijo hoje [LNBR].

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