Fertilizantes e calor extremo estão danificando recifes de coral no Golfo do México, revelam análises isotópicas
Quem não conhece os recifes de corais coloridos de filmes como “Procurando Nemo” ou “A Pequena Sereia”?
Pontos-chave
- Em foco: Quem não conhece os recifes de corais coloridos de filmes como “Procurando Nemo” ou “A Pequena Sereia”?
- Detalhe: Cobertura jornalística: verificar documentação técnica primária
- Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
Quem não conhece os recifes de corais coloridos de filmes como “Procurando Nemo” ou “A Pequena Sereia”. Infelizmente, a realidade é muitas vezes bem diferente, uma vez que estes ecossistemas vitais estão sob pressão em todo o mundo.
Adicionar como fonte preferencial Science Advances (2026). Mapa mostrando a localização dos núcleos de coral do FGB e Cayo Santa Maria (Cuba) junto com as principais correntes superficiais da Região do Caribe Amplo (WCR).
Os resultados mostram que, nas últimas décadas, mais de 60% e, durante certos períodos, até 80% do nitrogênio nos bancos de jardins de flores originou-se da bacia do rio Mississippi. Segundo o estudo, publicado na revista Science Advances, os maiores aportes de nitrogênio ocorreram em 2016 e entre 2022 e 2023.
Um sinal que se destaca é o aumento do nitrogênio derivado do guano, que aparece no registro de corais a partir de 1856, o mesmo ano em que os EUA. Ficamos surpresos com a precisão com que os eventos históricos são documentados nas amostras principais. " O sinal de nitrogênio intensificou-se mais uma vez após a remoção da "Segunda Grande Jangada", uma enorme barragem de toras formada naturalmente no Rio Vermelho, um afluente.
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Esta tendência continuou, de modo que a proporção de azoto trazido do Mississipi situou-se entre 30% e 50% no final do século XX e excedeu os 60% na última década.

Fonte original: Phys. org Biology