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Do controle dos neurônios à Grécia reimaginada
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Do controle dos neurônios à Grécia reimaginada

Nobel de 2026 premia optogenética, detecção de neutrinos, moléculas assimétricas e uma autora que se inspira em Homero

Fonte original citada e enquadrada editorialmente pelo Cosmos Week. Pesquisa FAPESP Online
Assinatura editorialRedação do Cosmos Week
Publicado08 out 2026 17h46
Atualizado2026-10-08
Tipo de coberturaJornalismo científico
Nível de evidênciaCobertura jornalística
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Pontos-chave

  • Em foco: Nobel de 2026 premia optogenética, detecção de neutrinos, moléculas assimétricas e uma autora que se inspira em Homero
  • Detalhe: Cobertura jornalística: verificar documentação técnica primária
  • Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
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Nobel de 2026 premia optogenética, detecção de neutrinos, moléculas assimétricas e uma autora que se inspira em Homero. Se você perdeu os anúncios do Prêmio Nobel ao longo desta semana, Pesquisa FAPESP traz a seguir o essencial sobre os laureados nas áreas de Fisiologia ou Medicina, Física, Química e Literatura em 2026.

Com efeito, a canadense Anne Carson, poeta, ensaísta e tradutora de 76 anos, não precisou pensar muito nem deu detalhes ao falar do que a inspira: “Homero”, declarou em entrevista ao site do Nobel pouco depois do anúncio de sua premiação. Nobel de 2026 premia optogenética, detecção de neutrinos, moléculas assimétricas e uma autora que se inspira em Homero Se você perdeu os anúncios do Prêmio Nobel ao longo desta semana, Pesquisa FAPESP traz a seguir o essencial sobre os laureados nas áreas de Fisiologia ou.

Entre o trio de ganhadores da área em 2026, o primeiro passo na área foi dado pelo biofísico alemão Peter Hegemann, hoje com 71 anos e professor da Universidade Humboldt de Berlim. O pesquisador só conseguiu confirmar a ideia com a ajuda do segundo ganhador, o também alemão Georg Nagel, nascido em 1953 e atualmente professor da Universidade de Würzburg.

O salto dessa ideia para aplicações laboratoriais no organismo de mamíferos foi dado pelo mais jovem do trio de vencedores, o americano Karl Deisseroth, 54, do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade Stanford. A equipe liderada pelo belga espalhou seus detectores em um cubo de gelo de 1 km de profundidade.

Halzen e os demais participantes do IceCube (que alcançou sua capacidade máxima em 2011, com mais de 5.000 sensores no fundo do gelo) não estão interessados em qualquer neutrino. O trabalho vai ser ampliado com o IceCube-Gen2, que ocupará 8 quilômetros cúbicos de gelo.

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