A matéria escura poderia explicar os primeiros buracos negros supermassivos
Um mistério crescente na astronomia é a presença de buracos negros gigantescos, alguns pesando até mil milhões de sóis, existindo menos de mil milhões de anos após o Big Bang.
Pontos-chave
- Ponto central: Um mistério crescente na astronomia é a presença de buracos negros gigantescos, alguns pesando até mil milhões de sóis, existindo menos de mil.
- Dado-chave: Um mistério crescente na astronomia é a presença de buracos negros gigantescos, alguns pesando até mil milhões de sóis, existindo menos de mil.
- Origem institucional: distinguir anúncio de evidência.
Um mistério crescente na astronomia é a presença de buracos negros gigantescos, alguns pesando até mil milhões de sóis, existindo menos de mil milhões de anos após o Big Bang.
Um mistério crescente na astronomia é a presença de buracos negros gigantescos, alguns pesando até mil milhões de sóis, existindo menos de mil milhões de anos após o Big Bang. Publicada no Journal of Cosmology and Astroparticle Physics, a investigação mostra que a energia libertada pelo decaimento da matéria escura pode alterar a química das primeiras galáxias o suficiente para fazer com que algumas delas colapsem diretamente em buracos negros, em vez.
Um estudo liderado pelo estudante Yash Aggarwal, da Universidade da Califórnia, em Riverside, mostra que o decaimento da matéria escura pode ser a chave para a compreensão da origem desses gigantes cósmicos.

Fonte original: Phys.org Space