Chamas na UFPE destroem 40 anos de pesquisas para tratamento do câncer
Edifício abrigava laboratório de inovação terapêutica com banco de 20 mil moléculas. prejuízo é estimado em R$ 50 milhões
Pontos-chave
- Em foco: Edifício abrigava laboratório de inovação terapêutica com banco de 20 mil moléculas. prejuízo é estimado em R$ 50 milhões
- Detalhe: Cobertura jornalística: verificar documentação técnica primária
- Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
Edifício abrigava laboratório de inovação terapêutica com banco de 20 mil moléculas. Prejuízo é estimado em R$ 50 milhões.
O prejuízo total estimado é de R$ 100 milhões, dos quais R$ 50 milhões correspondem a um repositório com 20 mil moléculas, fruto de 40 anos de pesquisa para aperfeiçoamento de diagnóstico e produção de fármacos mais eficientes para diversos tipos de câncer.
O núcleo também atuava na área clínica, com um biorrepositório de amostras de pacientes com diversos tipos de câncer, entre pâncreas, vesículas biliares, bexiga e pulmão, além de amostras de 900 pacientes com Chikungunya, que eram monitorados pela equipe havia três anos. Ela anunciou apoio de R$ 40 milhões Lucas Emanuel/UFPE O laboratório também realiza monitoramento de trabalhadores da cana-de-açúcar, nas regiões das zonas da Mata Sul e Norte, e do Polo Gesseiro, localizado no Sertão do Araripe.
Mais de 90 pesquisadores de mestrado e doutorado e outros 20 de iniciação científica trabalham no Nupit. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Capes e a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), órgãos que fomentavam pesquisas no prédio destruído, já prorrogaram as bolsas de estudo.
De acordo com a mais recente edição do Anuário de Segurança Pública, 110 policiais tiraram a própria vida no país em 2025. De 2017 até aqui, esses suicídios cresceram 37%.
Fonte original: Pesquisa FAPESP Online