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Brasil desenterra um réptil de bico bizarro com ligação pré-histórica transatlântica
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Brasil desenterra um réptil de bico bizarro com ligação pré-histórica transatlântica

Paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria publicaram um novo estudo na revista científica Royal Society Open Science, no qual descrevem uma nova espécie baseada em um.

Fonte original citada e enquadrada editorialmente pelo Cosmos Week. Phys. org Biology
Assinatura editorialRedação do Cosmos Week
Publicado23 abr 2026 18h40
Atualizado2026-04-23
Tipo de coberturaFonte institucional
Nível de evidênciaAtualização institucional
Leitura4 min de leitura

Pontos-chave

  • Em foco: Paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria publicaram um novo estudo na revista científica Royal Society Open Science, no qual descrevem
  • Detalhe: distinguir anúncio de evidência
  • Leitura editorial: release institucional, útil como fonte primária, mas não como validação independente.
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Paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria publicaram um novo estudo na revista científica Royal Society Open Science, no qual descrevem uma nova espécie baseada em um crânio fóssil com aproximadamente 230 milhões de anos. Paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) publicaram um novo estudo na revista científica Royal Society Open Science, no qual descrevem uma nova espécie baseada em um crânio fóssil de aproximadamente 230 milhões de anos.

Adicionar como fonte preferencial Royal Society Open Science (2026). O novo estudo apresenta um novo rincossauro, denominado Isodapedon varzealis, que partilha características com uma espécie europeia.

O crânio fóssil de Isodapedon varzealis foi escavado em um sítio fóssil localizado no município de Agudo (Rio Grande do Sul, Brasil) em 2020. Na época em que viveu Isodapedon varzealis, há cerca de 230 milhões de anos, a espécie atuava como consumidor primário em seu ecossistema.

No entanto, comparações com outros rincossauros sugerem que poderia ter atingido cerca de 3 metros de comprimento, tornando-se uma presa consideravelmente mais desafiante para a maioria dos carnívoros que habitam o local onde a nova espécie foi encontrada. Uma análise das relações evolutivas da nova espécie indicou que ela possui fortes afinidades com Hyperodapedon gordoni, da Escócia.

Esta distribuição pode ser explicada pelo facto de, há cerca de 230 milhões de anos, durante o Período Triássico, os continentes se terem unido, formando a Pangéia. Dessa forma, a nova espécie reforça a ideia de que as faunas do Triássico da América do Sul compartilhavam componentes semelhantes com as da Europa ao mesmo tempo.

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