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Nomes de Furacões no Atlântico para 2026: A Lista Oficial e o Sistema de Substituição
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Nomes de Furacões no Atlântico para 2026: A Lista Oficial e o Sistema de Substituição

As previsões para a temporada de furacões e tempestades tropicais no Atlântico de 2026 já foram divulgadas, incluindo a lista oficial de nomes que serão utilizados.

Fonte original citada e enquadrada editorialmente pelo Cosmos Week. EarthSky
Assinatura editorialRedação do Cosmos Week
Publicado21 mai 2026 16h23
Atualizado2026-05-21
Tipo de coberturaJornalismo científico
Nível de evidênciaCobertura jornalística
Leitura4 min de leitura

Pontos-chave

  • Em foco: As previsões para a temporada de furacões e tempestades tropicais no Atlântico de 2026 já foram divulgadas, incluindo a lista oficial de nomes que
  • Detalhe: Cobertura jornalística: verificar documentação técnica primária
  • Leitura editorial: reportagem científica; quando possível, confira a fonte primária citada.
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O Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) divulgou recentemente suas projeções para a temporada de furacões e tempestades tropicais no Atlântico em 2026. Juntamente com essas previsões, a lista oficial de nomes que serão utilizados para as tempestades de 2026 já foi estabelecida, preparando a comunidade científica e o público para os eventos meteorológicos que se aproximam.

A temporada de furacões no Atlântico de 2026 terá início oficial em 1º de junho e se estenderá até 30 de novembro. Durante este período, as tempestades tropicais que atingirem a intensidade de furacão receberão um nome da lista predefinida. A responsabilidade por essa lista e pela gestão dos nomes é da Organização Meteorológica Mundial (OMM), que segue um rigoroso protocolo para garantir a clareza e a comunicação eficaz sobre esses fenômenos.

Caso uma tempestade se mostre excepcionalmente destrutiva ou cause um número significativo de mortes e danos, seu nome é permanentemente retirado da lista pela Organização Meteorológica Mundial e substituído por um novo. Essa medida visa evitar o uso de nomes associados a tragédias, em respeito às vítimas e às comunidades afetadas. Por exemplo, na temporada de 2025, a OMM retirou os nomes Beryl, Helene e Milton, que foram substituídos por outros para ciclos futuros.

Para a temporada de furacões no Atlântico de 2026, que, como mencionado, ocorre de 1º de junho a 30 de novembro, a lista de nomes designados é a seguinte: Arthur, Bertha, Cristobal, Dolly, Edouard, Fay, Gonzalo, Hanna, Isaias, Josephine, Kyle, Leah, Marco, Nana, Omar, Paulette, Rene, Sally, Teddy, Vicky e Wilfred. Esses nomes são utilizados em ordem alfabética à medida que as tempestades atingem a intensidade de tempestade tropical e recebem uma designação oficial.

Paralelamente, a temporada de furacões no leste do Pacífico Norte, que se estende de 15 de maio a 30 de novembro, também possui sua própria lista de nomes para 2026. Os nomes previstos para essa região são: Amanda, Boris, Cristina, Douglas, Elida, Fausto, Genevieve, Hernan, Iselle, Julio, Karina, Lowell, Marie, Norbert, Odalys, Polo, Rachel, Simon, Trudy, Vance, Winnie e Xavier. Cada bacia oceânica possui um sistema de nomeação independente, adaptado às suas características climáticas e geográficas.

O sistema de nomeação de furacões passou por diversas evoluções ao longo da história. Inicialmente, em 1953, o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos revisou o protocolo para atribuir exclusivamente nomes femininos às tempestades, com o objetivo de evitar a repetição e facilitar a identificação. Posteriormente, entre 1978 e 1979, o sistema foi novamente atualizado para incluir uma alternância entre nomes masculinos e femininos, refletindo uma abordagem mais equitativa e abrangente na designação desses fenômenos naturais.

A divulgação antecipada dessas listas de nomes e das previsões sazonais é crucial para a preparação de comunidades costeiras e para a gestão de riscos. Ao conhecer os nomes que serão utilizados, as autoridades e o público podem acompanhar de forma mais eficiente o desenvolvimento e a trajetória das tempestades, facilitando a comunicação de alertas e a implementação de medidas preventivas para mitigar os impactos potenciais desses eventos meteorológicos extremos.